sábado, 16 de agosto de 2014

Recreio, A Revista Brinquedo

Tive muitos brinquedos e gostava de todos, tanto que mesmo os que dei anos atrás, eu me recordo perfeitamente de cada um. Mas havia outro tipo de brinquedo que eu amava: os de papel! E nisso, a revista Recreio teve uma participação muito importante na minha infância. Que coisas fantásticas você podia montar com cola e tesoura sim, tesoura, e nenhuma criança era idiota naquela época a ponto de se ferir com o instrumento!

Recreio criou cenários maravilhosos: circo, cidade espacial, Presépio, casa, baú de pirata, aldeia indígena, zoológico e muitos outros. Eu AMAVA a Casa de Recreio e O Circo de Recreio e o Zoológico, eram lindos demais. Quando a infância acabou, doei grande parte dos meus brinquedos e bonecas, mas os cenários de Recreio foram para o lixo... eu mesma lembro de ter jogado tudo fora sem dó nem piedade! Mas também, teria sido muito difícil conservar os cenários de papel por tantos anos...

Porém, quem também achava lindo os cenários era minha mãe, que me fez comprar em duplicata alguns deles, que tenho comigo até hoje. Talvez um dia os monte novamente! A minha coleção de Recreio  que eu amava tanto que fazia concurso para eleger a revista da semana (ou mês, não lembro), não lembro o que aconteceu, acho que foi dada para o lixo reciclável.

Recreio foi criada em 1969 em maio deste ano completou 45 anos e era editada pela Abril. Seus criadores foram Sonia Robatto e Waldir Igayara (projeto gráfico); a revista também contava com a escritora Ruth Rocha. Foi um grande sucesso comercial, até uma mudança de diretoria que fez com que Recreio também mudasse; e aí, a magia acabou.
Fonte:  Recreio faz 30 anos em maio

Uma comunidade fantástica no Face para os que querem matar as saudades: Revista Recreio Anos 70: lá você encontra as Recreios digitalizadas e muitas com encartes!

Mickey maio 1969 e Mônica 5


A Casa - 1971






Fiz cópias e montei uma mini (16 cm x 12 cm) casinha:








O Fabuloso Circo












O Tesouro - 1971



Cópia montada


Presépio
Mônica 56 - 1974


Outro Presépio
Recreio 178
06/12/1972



Cidade Espacial
Zé Carioca 1103 - 1972


A Aldeia de Índios
Recreio 72
14/04/1971


Montei uma cópia


Esta é a Aldeia original,
montada quando eu era criança


Anúncio da Aldeia
Mônica 12

 

 Lataria
Recreio 43


Calendário


Chaveiro brinde


Medalha brinde Recreio 164
(raio: 4,5 cm)

 
Achei o poster (57x31 cm) O Grito do Ipiranga
entre minhas tralhas em 2022!
Veio na mesma revista da medalha, Recreio 164


Álbum Peixes do Brasil


Recreio 2 impresso em casa


Cachorro - Recreio 29

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Cebolinha, da Trol

Outro reencontro: o Cebolinha! Agora em 2014 ele voltou para casa! Este boneco de vinil de 16 cm foi lançado pela Trol antes mesmo da revista Mônica ser lançada, em 1970. A Trol lançou outro boneco Cebolinha anos mais tarde, maior. Tive também o Jotalhão.

Cebolinha foi criado em 1960 por Maurício de Sousa. Ele, aliás, aparece na capa do Número 1 da Mônica. Lembro até hoje quando fui até a banca de jornais na qual meu pai tinha "conta" (para pegar meus gibis Disney) e vi a nova revistinha com a menina dentuça de vestido vermelho; resolvi levar para casa e... amei! Continuei colecionando a Turma da Mônica até meados dos anos 80 - incluindo os lançamentos posteriores Cebolinha, Cascão e Chico Bento. 




Mônica Número 1 - 1970
Cebolinha Número 1 - 1973

Bordado do Bidu - brinde da Mônica 58 - 1975
 Propaganda em O Pato Donald 1214
 
Meu bordadinho
(4 x 4 cm)

L&PM Pocket
Bidu
2010

A Turma da Mônica e Maurício de Sousa - Mônica 1
Mônica, Jotalhão e o outro Cebolinha - Mônica 18
 
Outro personagem
da Turma da Mônica:
Horácio (chaveiro de 5 cm)
 

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Ursinho no Cesto

Ursinho no Cesto, toca música de ninar - Wiegenlied: Guten Abend, gut’ NachtOp. 49, Nº 4, mais conhecida como Lullaby, de Johannes Brahms - e se mexe. Movido à corda. Acredito que seja importado.


O Cestinho e eu: tinha acabado de ganhar,
acho que da minha madrinha



Guten Abend, gut’ Nacht,
mit Rosen bedacht,
mit Näglein besteckt,
schlupf unter die Deck:
Morgen früh, wenn Gott will,
wirst du wieder geweckt.

Guten Abend, gut’ Nacht,
von Englein bewacht,
die zeigen im Traum
dir Christkindleins Baum.
Schlaf nun selig und süß,
schau im Traum ’s Paradies.




Clarina, da Hering

Clarina, o clarinete da Fábrica de Gaitas Alfredo Hering, da cidade de Blumenau, Santa Catarina. Ela tem 40 cm.

A fábrica das Gaitas Hering foi aberta em 1923 por Alfredo Hering, tornando-se mais tarde, a maior produtora de instrumentos musicais do Brasil. A empresa pediu concordata na década de 80 e teve a falência decretada em 1990.     Fonte: Turismo Blumenau 

O clarinete, ou clarineta, é um instrumento musical de sopro constituído por um tubo cilíndrico, geralmente de madeira (há modelos de outros materiais), com uma boquilha cônica de palheta simples e chaves (hastes metálicas, ligadas a tampas para alcançar orifícios aos quais os dedos não chegam naturalmente). Possui quatro registros: grave (Chalumeau), médio, agudo e super-agudo. Quem toca o clarinete é chamado de clarinetista.   Fonte: Wikipédia









Marcha Soldado

Marcha soldado
Cabeça de papel
Quem não marchar direito
Vai preso pro quartel

O quartel pegou fogo
São Francisco deu sinal
Acode, acode, acode
A bandeira nacional

Oh! Susanna
 

Oh! Susanna é uma canção escrita por Stephen Foster em 1847. A letra conta a viagem de um negro do estado do Alabama até Nova Orleans na Louisiana para encontrar sua amada. No Brasil, a canção é comumente associada a canções infantis.

Eu saí do Alabama com meu banjo e meu chapéu
Vou seguir pra Louisiana, oh Susana, pra te ver.
Sob o sol quente da estrada cavalguei meu animal;
O sol me queimou a pele, oh Susana, não faz mal.
Oh, Susana, não chores mais por mim.
Chegarei em Louisiana
Com meu banjo, logo, assim.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Telefone, da Estrela

Telefone, da Estrela: este par eu consegui agora em 2014, igualzinho ao que tive! Só estão faltando as etiquetas que vinham coladas no miolo do discador e o brinquedo (à pilha) não está funcionando. Eles foram lançados também nas cores azul e branca (ou creme, talvez).

O meu original foi comprado em 26 de julho de 1967, nas Lojas Tarobá minha mãe tinha mania de guardar papelada e eu encontrei a nota fiscal e o termo de garantia.




Infelizmente eu perdi, só ficou a foto


Etiqueta que está faltando

Natal 1967